Por Maria Alana Brinker >>

No terceiro post da série “A cidade que nunca dorme”, sobre as tendências em Comunicação de Nova York, mostro algumas coisas inusitadas e um tanto, digamos, diferentes que encontrei nas minhas andanças por lá e que podem nos inspirar na criação de campanhas e ações de comunicação. Não vale rir! 😛

Com o dólar a quase R$ 2,50, comer em restaurantes foi para o final da lista de prioridades. Então, o negócio era fazer algumas visitas aos supermercados e abastecer o frigobar do hotel. Isso nos levou (eu e meu companheiro) a conhecermos alguns produtos norte-americanos bem diferentes, com embalagens chamativas e até engraçadas, como esse da foto abaixo. O “negócio” parece ser um creme vegetal para passar no pão, mas não se classifica como manteiga e nem margarina. WTF???

Créditos da foto: própria autora

Créditos da foto: própria autora

Lá, há uma infinidade de tipos de refrigerante, dos melhores aos piores, feitos de tudo o que você imagina. Tem até refri de pimenta. Arrrgh! Provei todos dessa máquina e só gostei dos tradicionais.

Créditos da foto: própria autora

Créditos da foto: própria autora


TOME BANHO E FIQUE CHEIRANDO A… BACON!!!

Sim! Em uma das lojas do Rockefeller Center você encontra sabonetes com os mais variados cheiros: bacon, pipoca na manteiga, café e até com cheiro de homem. Aham!

Créditos da foto: própria autora

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TESTE DE DNA DELIVERY. COMO É QUE É?

Outra coisa bastante inusitada que encontrei foi essa van que faz Testes de DNA em qualquer lugar. Se tivesse uma dessas aqui no Brasil desbancaria o Programa do Ratinho e resolveria a vida de muita gente!

Créditos da foto: própria autora

Créditos da foto: própria autora


MÚSICA EM TODO LUGAR E MENDIGOS CRIATIVOS

Pegar o metrô, passear em um parque ou praça significa ter muitas possibilidades de se deparar com música. E música de qualidade. A tradição dos norte-americanos em desenvolver o lado artístico, principalmente o musical, é demonstrada não só nos shows da Broadway, mas nas ruas também, acessíveis a qualquer um. É mais comum vermos pessoas tocando algum instrumento ou cantando com uma caixinha cheia de dólares na frente do que ver mendigos pedindo dinheiro. E os que pedem ainda são sinceros.

Créditos da foto: própria autora

Créditos da foto: própria autora

E aí, com essas ideias diferentes dá para incrementar a sua campanha?

Confira os outros posts da série: Por que as Relações Públicas foram criadas e por quem? Uma visita ao The Museum of Public Relations e Nova York: uma cidade que inspira os comunicadores

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