31
mar
2014

Nova York: uma cidade que inspira os comunicadores

Por Maria Alana Brinker >>

Estive em Nova York este mês e fiz vários registros (na mente e na máquina fotográfica) para compartilhar para você, leitor, ideias geniais e novas maneiras de pensar a comunicação. Então, acompanhe o blog e confira a minha série de posts “A cidade que nunca dorme”.

West 42nd Street (próximo à Times Square) – Créditos da foto: própria autora

Nova York, uma das cidades mais cosmopolitas do mundo e, provavelmente, a que mais aparece em filmes e seriados de TV tem muito a nos falar não somente sobre as últimas tendências em moda e artes, mas também em comunicação.

A cidade, além de ser encantadora e ter um ar super cativante, que mistura o antigo com o que há de mais moderno, me surpreendeu com suas ações de comunicação e marketing.

STORYTELLING EM TUDO

Times Square Museum & Visitor Center – Créditos da foto: própria autora

O storytelling está presente em toda a cidade. Aproveitar cada fato, cada acontecimento marcante e transformá-lo em atração é algo que os norte-americanos sabem fazer muito bem. Isso é o que eu chamo de fazer do limão uma limonada.

Em qualquer lugar que você vá em Nova York há uma história para se conhecer. Museus, parques, praças, até prédios possuem placas contando que personalidade já esteve lá, como, quando e por que ele foi construído, no que ele influenciou na vida da sociedade. Tudo é muito simbólico. Cada texto de cada local traz para a atualidade o que aconteceu no passado, e isso é muito legal, porque além de ajudar as novas gerações a entenderem um pouco mais a história e as mudanças na sociedade deixa a visita super interessante – ainda mais para os turistas.

INTERATIVIDADE É TUDO

Ir a um museu parece uma coisa parada para você? Experimente fazer isso com interatividade, a visita fica beeeemmm diferente e atrai pessoas de todas as idades.

Funcionário do American Museum of Natural History preparando um molde de fóssil. – Créditos da foto: própria autora

Além de serem muito bonitos, os museus nova-iorquinos são interativos. Bem, agora você deve estar pensando em muita tecnologia, efeitos especiais e imagens 3D. Mas nada disso. A interatividade ficava por conta de ações simples, que vão desde um filme explicando como os cientistas fazem para descobrir a idade de uma múmia e de uma árvore, até uma sala com paredes de vidro onde era possível ver um pesquisador preparando um molde de fóssil.

No American Museum of Natural History (isso, aquele mesmo em que foi gravado o filme Uma Noite no Museu) uma sala ambientada com iluminação e sons que imitavam o som de animais marinhos proporcionava a sensação de estarmos no fundo do mar. Além disso, no piso embaixo da réplica de uma Baleia Azul as pessoas deitavam para fazer fotos. Pra quê usar tecnologia se temos criatividade, né?

A Baleia Azul no American Museum of Natural History – Créditos da foto: própria autora

Eu vou ficando por aqui, senão o texto fica muito extenso para você ler. Mas tenho mais novidades para contar. Acompanhe a série de posts e fique por dentro! Ainda falarei sobre as ações no metrô e as figuras que circulam por lá, a minha visita ao The Museum of Public Relations, como as Relações Públicas nasceram, Ivy Lee, a New York University, o Rockfeller Center, Broadway e Times Square.  😉

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