06
jun
2014

Qual é o futuro das marcas nas redes sociais?

Guest post por Massimino Delazeri >>

Representantes do Facebook, Twitter e Google debateram sobre publicidade nas redes sociais durante um painel no escritório da Global Strategy Group de Nova York no mês passado. Segundo seus representantes, o que podemos esperar de cada plataforma?

Qual é o futuro das marcas nas redes sociais?A redução de alcance orgânico nas publicações do Facebook não é mais novidade, os já amplamente comentados estudos da Ogilvy & Mather revelam que as mensagens de marcas no Facebook atingiram apenas 12% em outubro/2013 e míseros 6% de seguidores em fevereiro/2014.

A redução identificada no Facebook também é visível, de certa forma, em seus concorrentes. Clara estratégia onde as plataformas buscam capitalizar, pressionando as marcas a pagar pela distribuição dos seus anúncios. Mas, com opções que vão de tweets promovidos, links patrocinados e vídeos do Facebook, o que ainda podemos esperar?

Representantes do Facebook, Twitter e Google debateram sobre publicidade nas redes sociais durante um painel no escritório da Global Strategy Group  (http://globalstrategygroup.com/2014/05/everything-ever-wanted-know-online-advertising-stuff-didnt/) de Nova York na semana passada. Segundo seus representantes, o que podemos esperar de cada plataforma:

Google: As marcas que anunciam no Google podem “espalhar a sua mensagem por toda a Internet”, diz Jason Rosenbaum (http://www.linkedin.com/in/jasonrosenbaum), que ocupa o cargo de Elections and Advocacy na Empresa. O gigante de tecnologia não só opera o motor de busca mais popular do mundo, ele também é dono do YouTube, o segundo maior motor de busca.

Quando questionado sobre o valor que as marcas devem investir para chegar a grande audiência do Google, Jason Rosenbaum foi vago, comentou que  – as marcas devem gastar um mínimo de $1 Dolar por dia, mas alguns gastam ” $ 15,000 Dolares em hora “, disse ele. Jason não revelou as novidades planejadas pela Empresa na área, mas ele disse que o Google vai se concentrar na integração digital com as mídias convencionais.

Facebook : Facebook é onde você encontra “pessoas reais”, porque “não se pode ser alguém  se você não está” no canal , disse a  Kaiya Waddell, Client Partner end Politics da Empresa, (http://www.linkedin.com/in/kaiyawaddell).  A Empresa também tende a tratar os anúncios como “posts impulsionados”, de modo a não ofender os usuários, explicou. Posts impulsionados são autosserviços que facilitam o alcance de metas definidas pelas marcas.

O site irá revelar um bloco de anúncios que vai ocupar 100% do lado direito, disse Kaiya Waddell. Atualmente, o Facebook está focado principalmente na experiência móvel dos usuários, o que significa que eles podem esperar para ver mais anúncios no feed de notícias.

Twitter: O Twitter é notável em sua capacidade de permitir que as marcas participem de conversas e descubram a opinião do público em tempo real, disse Jenna Golden, que atua como Political & Advocacy Sales na Empresa, (http://www.linkedin.com/pub/jenna-golden/3/362/b33). Nessa linha, o Twitter vai lançar recursos que permitem as marcas direcionarem as mensagens promovidas para os usuários enquanto eles estão assistindo e twittando sobre programas de TV.

No mês passado, o Twitter e a Amazon anunciaram parceria onde permite que os usuários adicionem itens ao seu carrinho Amazon pelo Twitter. O próximo passo, disse Jenna Golden, será permitir que os usuários comprem produtos diretamente de um tweet, mas esse recurso ainda está em construção.

O que mais vem por aí?

Fontes: PRWeek (http://www.prweek.com/), Global Strategy Group (http://globalstrategygroup.com/) e Ogilvy & Mather (https://social.ogilvy.com/)

Fonte da imagem: http://www.kashflow.com/wp-content/uploads/2013/05/brandIdentity2.jpg

Massimino Delazeri

Relações Públicas pela UFRGS em 2009, Extensão em Marketing para Shopping Centers pela ESPM/SP em 2013 e MBA em Marketing pela São Judas Tadeu/RS em curso.
@manodelazeri

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