27
dez
2012

Você escolhe a empresa ou a empresa escolhe você?

Por Rodrigo Boehl >>

Final de ano, época de refletir sobre as coisas que fizemos, deveríamos ter feito ou deixado de fazer. Mais do que responder questões, buscamos avaliar os resultados e o rumo que estamos dando a nossa vida. Afinal de contas, o que temos feito nos aproxima ou nos afasta de nossos objetivos?

Você escolhe a empresa ou a empresa escolhe vocêApenas parte destas respostas está com você. A comprovação vem por meio do entendimento da dinâmica do trabalho. Pessoas possuem necessidades a serem atendidas, como saúde, educação e lazer, … As organizações surgem com o propósito de agregar valor naquilo que as pessoas não podem fazer sozinhas ou no que elas não sabem fazer, sendo assim, nos agrupamos em organizações para mutuamente facilitar a nossa sobrevivência e, consequentemente, atendermos as nossas próprias necessidades e expectativas.

Em outras palavras, nem todos os meios (organizações) nos levam aos fins desejados (objetivos), e quando não sabemos aonde queremos chegar, qualquer caminho serve (empresa).

No papel de consumidor, escolhemos as empresas que melhor satisfazem as nossas necessidades. Como profissionais, nos esquecemos de escolher aquelas que são capazes de nos conduzirem à satisfação profissional e pessoal – estas entendem que o crescimento econômico é resultado do desenvolvimento das pessoas que à compõem. Existem muitas empresas com esta proposta de valor, mas como identificá-las e o que é necessário para integrá-las como profissional?

Seguem algumas práticas que fazem a diferença, retiradas do caderno Qualidade da Gestão, do jornal Valor Econômico, publicado no dia 05 de dezembro com o destaque das empresas ganhadoras do Prêmio Nacional da Qualidade.

– Participação da força de trabalho em modelo de gestão colaborativa;
– Plano de desenvolvimento da força de trabalho e de lideranças;
– Consistência e maturidade em práticas de controle;
– Investimento em ações de gestão, qualidade e pesquisa e desenvolvimento;
– Plano de carreira e incentivo a banco de talentos internos;
– Incentivo à construção coletiva de melhorias;
– Qualidade de vida e educação;
– Incentivo ao voluntariado.

Para saber o que estas empresas valorizam, podemos utilizar o LinkedIn, mapeando as qualidades, vivências e competências desejadas nos profissionais que as compõem, estas podem ser listadas de modo a definir o nosso plano de desenvolvimento profissional. É importante definirmos quais os meios que podem impulsionar os nossos objetivos e sonhos, porém, não existe sorte, mas sim o protagonismo de nossas escolhas onde a capacidade e a oportunidade são retas cartesianas com um ponto de intersecção, objetivos.

Voltando ao ponto de partida, nossa reflexão, devemos utilizar meios diferentes para resultados diferentes, desenvolvermos para gerar oportunidades e escolher a empresa que queremos compor, crescer e fazer crescer.

Fonte da imagem: http://danfurtado.blogspot.com.br/2009_02_01_archive.html

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