Por Maria Alana Brinker

A Geração Y é formada pelos nascidos a partir de 1978, que têm como caracterísicas serem pouco acomodados, buscarem novos desafios constantemente e possuírem autoestima elevada. Tudo decorrente dos valores predominantes nesta época, da nova estabilidade econômica e da aceleração no desenvolvimento tecnológico, que possibilitaram mais acesso ao luxo e a outras comodidades (e aqui incluiem-se televisão, Máquina de EscreverInternet e educação de nível superior).

Diferente da Geração X (1965 a 1977) e dos Baby-Boomers (1946 a 1964), a Y prioriza o bem-estar, tem mais ambição e sabe o que quer logo cedo – notamos isto pelo aumento na quantidade de executivos, gerentes e diretores entre 25 e 30 anos que estão surgindo no mercado. Mas, a maioria não permanece por longos anos num mesmo cargo ou empresa. Também pudera, no contexto em que vivemos há muito menos chances para isto, ao contrário do que aconteceu com as gerações passadas.

A geração Y pode contribuir para a evolução da Comunicação na sociedade

Aliados às descobertas tecnológicas e ao contexto de liberdade de expressão em que vivemos, temos nas mãos “a faca e o queijo” para fazermos as mudanças necessárias na maneira como as empresas se comunicam com seus públicos. Manuel Castells, no livro A Sociedade em Rede (primeiro volume da trilogia A Era da Informação), fala sobre a interatividade como propulsora à produção de novas informações, abrindo janelas para que o homem possa pensar, decidir e produzir dentro do sistema de produção, classificando a informação como um processo e não apenas como elemento. Isto significa que temos as características e os recursos necessários para criarmos ou implantarmos ferramentas que facilitem o acesso da sociedade às informações, e trabalhar muito mais o entendimento entre as pessoas – essência do processo Comunicacional.

Geração Y = Rebeldia?

O diferencial da Geração Y não está em desrespeitar regras como muitos dizem, mas em questioná-las, avaliando se precisam ser modificadas ou não. Está em oxigenar o mercado com novas ideias, e em buscar desafios e alternativas para se Comunicar.

O mercado está de olho nesta geração que revoluciona e faz mudanças, porque isso é necessário ao desenvolvimento de novos produtos e à evolução na maneira como as empresas – sejam pequenas, médias ou grandes – se relacionam com seus públicos. Para Castells, o constante aprimoramento é uma condição para que a tecnologia avance sem prejudicar a qualidade de vida do homem, o que pode ser outro desafio para esta Geração.

Você acha que as relações estão mais frias por causa do surgimento de novas tecnologias como a Internet? Escreva um depoimento e deixe sua opinião.

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